Guia de iniciação rápida: Trados Tag Editor/Trados Workbench, por Sofia Cunha

O autor Anthony Pym, na sua obra “What technology does to translation” (2011), refere a tecnologia em expansão como a maneira como nós interagimos com o mundo. Esse mundo tecnológico vai avançando e é quase nossa obrigação seguir a par e passo, para nos mantermos sempre atualizados. Quando reflito acerca das ferramentas de tradução assistida por computador (TAC), penso sempre em ferramentas em constante atualização, o que faz com o tradutor esteja igualmente atualizado.

Hoje em dia se perguntar a um tradutor “utiliza ferramentas de TAC para traduzir?” é quase certo que a resposta será sim, porque é algo que o tradutor já não dispensa, já não realiza trabalhos sem as utilizar. Tornou-se algo essencial para a profissão.

Com esta questão em mente, refleti acerca das dificuldades de aprendizagem (de ferramentas) não só dos estudantes, como dos tradutores que repentinamente necessitam de aprender novas ferramentas, seja por interesse pessoal ou a pedido do cliente.

Desta forma os Guias de Iniciação Rápida (GIR) apresentados resultam da necessidade de uma estudante de tradução se adaptar a uma empresa de tradução, ou seja, de trabalhar com várias ferramentas, inicialmente desconhecidas.

No início, o intuito na criação dos GIR foi pessoal. De modo a compreender as várias ferramentas com que trabalhava diariamente, tirei apontamentos para me ajudar a obter o melhor partido das mesmas e poder avançar mais rapidamente nas traduções. No entanto à medida que fui tirando esses apontamentos ocorreu-me que não seria a única a fazê-lo, que muitos como eu, se não tivessem formação acerca das ferramentas, poderiam ver-se um pouco perdidos na utilização das mesmas.

Assim e com o intuito de auxiliar não só tradutores iniciantes como tradutores profissionais, apresento seis guias de iniciação rápida dos seis programas com os quais mais me deparei durante o período de estágio ao longo das próximas seis semanas: o Trados Tag Editor/Trados Workbench, o Google Translartor’s Toolkit, o OpenTM2, o Idiom Worldserver Desktop Workbench, o Agent Ransack e ainda o ApSIC Xbench.

Cada guia apresenta um índice onde se pode encontrar uma pequena explicação acerca do programa, os ficheiros que podem ser traduzidos e os passos para realizar uma tradução/pesquisa/controlo de qualidade com as ferramentas. Todos os guias têm por base a experiência de estágio, pelo que algumas funcionalidades das ferramentas não foram devidamente exploradas.

Hoje deixo-vos o Guia de iniciação rápida do GIR – Trados TagEditor&Workbench.

Referências Bibliográficas

Cunha, Carla Sofia. Como traduzir com as ferramentas de TAC − O Fluxo de Trabalho. Relatório de Estágio de Mestrado em Tradução, com especialização em Inglês. Universidade Nova de Lisboa – Faculdade de Ciências Sociais e Humanas. Lisboa, março 2015

Pym, Anthony. “What technology does to translating.” Intercultural Studies Group, Rovira i Virgili University. Tarragona, Espanha, Junho 2011.

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