Tradução técnica: algumas reflexões.

Tradução técnica: algumas reflexões.

Como definir tradução técnico-científica?

Começo pela pergunta mais difícil. Tradução técnico-científica tem sido definida de diferentes modos de acordo com a perspetiva de quem responde. Nestas definições encontramos uma miríade de tipologias textuais, géneros, temáticas, terminologia e objetivos. Já muito se escreveu sobre a definição de tradução técnico-científica do ponto de vista do mercado de tradução e do tradutor, do investigador e do professor. Não vou, portanto, aqui oferecer um resumo da bibliografia, mas apenas focar-me nos pontos principais do ponto de vista do tradutor e do mercado de tradução. Não quero e nem vou destrinçar entre tradução técnica e tradução científica neste momento.

Tradução técnico-científica na minha experiência engloba tudo o que não cabe em tradução literária. Tenho forçosamente aqui de excluir da tradução literária os livros técnicos e científicos publicados por editoras que, frequentemente, são traduzidos por tradutores literários.

É um campo necessariamente demasiado abrangente e, daí, esta definição tão pouca definidora. Aqui cabe a tradução médica (p. ex. de folhetos informativos para pacientes e manuais de instruções de matrizes hemostáticas), jurídica (p. ex. contratos e pareceres), automóvel (p. ex. manuais de instruções do proprietário), entre tantas outras.

gripe-a-folheto-informativo-1-728

Figura 1 – Exemplo de Folheto informativo para pacientes

eula_dialog-box

Figura 2 – Contrato de Licença de Utilizador Final (EULA)

Podemos desde já perguntar se a tradução audiovisual cabe em tradução técnico-científica. A tradução audiovisual e a tradução técnico-científica têm pontos de contacto quando nos deparamos com textos como, por exemplo, vídeos informativos sobre a utilização de um cateter.

E tradução de marketing ou jornalística? Também têm lugar na tradução técnico-científica. É preciso aqui lembrarmo-nos que um tradutor especializado em marketing pode não estar qualificado para traduzir textos da área da engenharia mecânica e vice-versa e ainda assim não deixar de ser um tradutor técnico-científico. E o mesmo aplica-se à tradução jornalística: um tradutor técnico-científico, especializado em tradução jornalística, pode não estar qualificado para a tradução de um artigo sobre as eleições presidenciais norte-americanas, mas ter as competências necessárias para traduzir artigos sobre o Web Summit.

O último parágrafo já nos deu pistas quanto ao próximo ponto: a especialização. Um tradutor especializado é aquele que por formação ou experiência (ou ambos) desenvolveu conhecimento respeitante a uma temática. É aqui necessário salvaguardar que experiência, especialização e profissionalismo referem-se a diferentes vertentes que podem (ou não) caracterizar o mesmo tradutor. A experiência refere-se ao número de anos de trabalho (normalmente a tempo inteiro) em tradução. Um tradutor é considerado experiente, em determinados contextos, a partir dos 5 anos de experiência a tempo inteiro. A especialização refere-se à temática na qual um tradutor trabalha com maior frequência fruto da sua experiência e formação. Já o profissionalismo pode referir-se à diferença entre um tradutor voluntário (um tradutor que trabalha em regime de voluntariado, muitas vezes associado, por vezes erroneamente, a falta de formação em tradução) e um tradutor profissional (um tradutor cujo salário provém na sua grande maioria de tradução).

Como descrever o trabalho de um tradutor técnico-científico?

Um tradutor técnico-científico passa parte do seu dia a traduzir, obviamente, mas a tradução no strictu sensu do termo é apenas uma das tarefas de um tradutor. Entre as restantes tarefas é possível identificar três categorias de atividades: (1) atividades associadas à produção; (2) atividades associadas à profissão e (3) outras atividades tradutórias.

  1. Atividades associadas à produção

Para traduzir, um tradutor tem de desempenhar várias outras tarefas além da reescrita de um texto (ou textos) numa língua (ou várias) noutra língua. A pesquisa e recolha de informação e terminologia (e a sua organização em bases de dados), a gestão de memórias de tradução e da documentação de referência (e a sua leitura e consulta seletivas) e a (auto)revisão são apenas alguns dos exemplos de tarefas necessárias para levar a cabo uma tradução.

  1. Atividades associadas à profissão

Não menos importante são as tarefas desempenhadas pelo tradutor que asseguram que haja um texto para traduzir e que tal não seja um caso isolado. A angariação de clientes, a resposta a uma proposta de trabalho, a candidatura espontânea, a execução de um orçamento e o envio do recibo são algumas das tarefas diárias de um tradutor técnico-científico tão importantes quanto a tradução propriamente dita.

  1. Outras atividades tradutórias

Neste grupo encontram-se as funções desempenhadas por um tradutor técnico-científico além da tradução, como a revisão, o controlo de qualidade, a pós-edição, a edição, a adaptação ou o resumo de textos.

Quais são as ferramentas do tradutor técnico-científico?

É essencial que um tradutor desta área não só conheça como domine as ferramentas de tradução assistida por computador. É importante frisar que tal implica não só dominar as ferramentas, como saber traduzir com as mesmas. Parece uma afirmação redundante, mas saber utilizar uma ferramenta (p. ex. saber como guardar um documento ou adicionar uma memória) não equivale a saber traduzir com a ferramenta (p. ex. perceber quais os problemas tradutórios inerentes à tradução com ferramentas de TAC e saber como os contornar).

Este post surge em resposta a uma amiga e colega tradutora e Professora Universitária que me pediu um curto texto sobre tradução técnica em português para os seus alunos. Eis a minha tentativa de resposta às perguntas colocadas. É de notar, porém, que este texto não assume um carácter científico nem exaustivo. Muito mais se poderia dizer. Qual é o objetivo então? Iniciar um diálogo com base na experiência ilustrativa de um tradutor.

As ferramentas da tradução médica, por Francisco Ferreira

Como em tantas outras áreas especializadas, a tradução médica é uma área onde é necessário estar munido do maior número de ferramentas que nos permita validar e justificar as nossas opções tradutórias, garantindo a melhor qualidade possível do trabalho que apresentamos.

Sendo esta uma área de conhecimento tão vasto, pois compreende sub-áreas de especialização tão diferentes e tão complexas, o tradutor médico deve estar equipado de diversos recursos, fontes fiáveis e de formação na área.

medical-translations

Começando pela formação – a oferta de cursos grátis online (os MOOC – Massive Open Online Courses) é cada vez maior. Quantidade nem sempre é sinónimo de qualidade e o mais importante é saber onde procurar, e sabendo-o, deparamo-nos com recursos que só pedem em troca o nosso tempo e dedicação. Em termos de plataformas, as minhas recomendações resumem-se a duas: MOOC List e Coursera, ambos sites agregam cursos de instituições de confiança (abrangendo os mais diversos temas e não só as Ciências da Vida). Quanto aos cursos em si, há os mais variados e de diversas áreas – tão diversas quanto a própria medicina – mas pela sua qualidade e transversalidade, se puder recomendar um curso será o de Fisiologia Humana lecionado pela Duke University.

Como em qualquer outra área especializada, e enquanto boa prática de organização de recursos do tradutor, é essencial manter, alimentar e gerir um bom banco de memórias de tradução e de glossários. Tendo em consideração a sensibilidade da informação para o público-alvo das traduções nesta área, é crucial ser consistente na terminologia utilizada para um mesmo cliente e/ou marca.

Tão ou mais importante do que os outros dois aspetos – os recursos. E estes são os recursos essenciais no meu trabalho:

  • MedDRA – o Medical Dictionary for Regulatory Activities, a fonte oficial da European Medicines Agency (EMA), é a plataforma de terminologia de excelência desta área. Por apresentar uma longa e compreensiva lista de termos traduzidos e ser a fonte oficial de terminologia da maior agência médica europeia, esta é uma ferramenta obrigatória. Esta é a plataforma que nos permite validar opções tradutórias e que salvaguarda o nosso trabalho em eventuais discussões com os clientes;
  • Infarmed – a referência nacional desta área, embora o seu site ainda tenha muito a melhorar em termos de acessibilidade. No entanto, uma pesquisa no Google pelo termo em questão seguido de “site:infarmed.pt” (sem as aspas; fica aqui um exemplo) obriga o motor de pesquisa a procurar dentro do site do Infarmed. Este é um ótimo método para validarmos o nome de um certo composto de um medicamento ou de um sintoma específico. É mais uma ferramenta que permite melhor confirmar as nossas opções e outra forma de defendermos essas mesmas opções perante o cliente;
  • Guia de Referência Rápida para os Critérios de Diagnóstico – DSM-5 (Climepsi, 2015) – o guia rápido que complementa o DSM-5 – Manual de Diagnóstico e Estatística das Perturbações Mentais (Climepsi, 2015) e a versão mais atualizada da grande referência da saúde mental a nível mundial. Neste guia prático encontram-se as classificações das perturbações mentais, assim como os critérios de diagnóstico das mesmas. É um volume obrigatório para fonte e referência da tradução no campo da saúde mental;
  • Infopédia e The Free Dictionary – dois dicionários, em português e inglês respetivamente, de acesso fácil e gratuito. Embora não tenham sido concebidos de forma exclusiva e específica para área médica, apresentam ambos definições em contexto de medicina, sendo que o The Free Dictionary é um recurso consideravelmente mais extenso, tendo a sua própria secção dedicada a esta área;
  • Linguee e IATE – poderão ser as duas plataformas mais utilizadas entre tradutores mas nunca é demais relembrar que, embora tenhamos de ser críticos na sua consulta, são excelentes ferramentas. O Linguee ainda peca muito pela qualidade das fontes que apresenta nos seus resultados e o IATE, embora fonte oficial da UE, ainda apresenta alguns resultados com fiabilidade reduzida (indicada pela própria plataforma).

E quanto a vocês? Que plataformas utilizam para formação nesta área e que cursos recomendam? E quais os recursos que utilizam para garantirem a melhor qualidade do vosso trabalho?

Fico à espera de vos ouvir!

——————————————————–

Para saber mais sobre o autor, siga-o no Twitter ou no LinkedIn.

[Call for translators] In-house Translator / Proofreader (Transperfect)

In-house Translator / Proofreader
specialized in Life Sciences
Position responsibilities:
 Translate and proofread various types of documents (based on subject matter expertise)
 Ensure translated documents mirror the original source document
 Edit documents, specific to medical / pharmaceutical area
 Efficiently maintains formal disciplined operations procedures across a variety of client projects
 Track project-specific non-conformances and resolutions
 Personally perform project QA steps
 Assist with making new department processes while improving on existing ones
Essential skills and experience required:
 Minimum Bachelor’s degree or its equivalent
 Must have excellent communication (written and verbal) skills in English
 Native level of Portuguese (Portugal)
 Prior translation / proofreading experience
 Expertise in medical / pharmaceutical field
 Acute attention to detail, spelling and grammar
 Ability to support multiple projects
 Experience coordinating assignment of resources
 Ability to maintain professionalism in all situations, especially under tight deadlines
In order to apply please send your CV to: mnieto@transperfect.com or https://careers-transperfect.icims.com/jobs/6591/portuguese-translator-specialized-in-life-sciences/job.

Mary Norris, a Rainha das vírgulas

IMG_1397

Há umas semanas descobri — através de um colega editor — a copy editor do The New Yorker, mais conhecida por Comma Queen. Estava na minha lista de podcasts a ouvir até hoje. Em pouco mais de uma hora degluti as duas temporadas de podcasts — são todos bastante curtos, mas cheios de informação — de caderno e lápis na mão. É, sem dúvida, um podcast a seguir para todos os que trabalham com língua e com o inglês. Os meus preferidos foram Mad Dash e Mad Dash, the Sequel; That vs. Which; e Possessed. Reparem no uso do ponto e vírgula nesta última frase, e para quem ainda não reparou olhem ali em cima o meu uso (ou abuso) de travesões. Há uma razão (aplicável também ao português) e está tudo lá. A ver em: http://video.newyorker.com/series/comma-queen.

CONVITE: 31ETC… // 5 de Abril 2016 // sala 5.2 // 16h00 // Traduzir no Banco Central Europeu – BCE: Um Desafio Dra. Cristina Mendes

O Grupo de Investigação em Estudos de Tradução e Recepção do Centro de Estudos Anglísticos da Universidade de Lisboa – CEAUL/ULICES convida para o 31ETC … Estudos de Tradução à Conversa, que se realizará na terça-feira, dia 5 de Abril, na Sala 5.2 da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, das 16h00 às 17h30. Para esta conversa convidámos a Dra. Cristina Mendes, Banco Central Europeu, que nos falará sobre Traduzir no Banco Central Europeu – BCE: Um Desafio (sessão em português).

Venha conversar connosco!

Os ETC… são uma iniciativa que visa promover a oportunidade de discutir, pelo menos uma vez por semestre e num ambiente informal, um tema relevante para a disciplina de Estudos de Tradução e Interpretação. Para isso, conta com a participação de diversos investigadores, académicos e profissionais da tradução, que são convidados a fazer uma apresentação breve (20-30 minutos) sobre um tema à sua escolha, seguindo-se uma troca de impressões aberta a todos os presentes (45-60 minutos).

A entrada é livre.

Para mais informações, consulte: http://www.etc.ulices.org/etcaetera/etc….html e http://pt-pt.facebook.com/estudosdetraducaoaconversa

ø

The University of Lisbon Centre for English Studies – ULICES Research Group on Reception and Translation Studies invites you to the 31ETC… Talks on Translation Studies, which will take place on Tuesday, April 5, in Room 5.2, School of Arts and Humanities, University of Lisbon, from 4 pm till 5:30 pm. Our invited speaker is Cristina Mendes, European Central Bank, who will talk about "Traduzir no Banco Central Europeu – BCE: Um Desafio" (session in Portuguese).

Come and join our talk!

The ETC… Talks on Translation Studies is an initiative that promotes informal talks on a range of relevant topics for Translation and Interpreting Studies. These talks count on the participation of various translation researchers, scholars and professionals, who are invited to make a brief presentation (20 to 30 min.), which is followed by an open discussion (45 to 60 min.).

Free admission.

For further information, check: http://www.etc.ulices.org/etcaetera/etc….html and http://pt-pt.facebook.com/estudosdetraducaoaconversa

centro.ang / 00351 217 920 092 – 11660

Centro de Estudos Anglísticos da Universidade de Lisboa / University of Lisbon Centre for English StudiesAlameda da Universidade – Faculdade de Letras 1600-214, Lisboa PORTUGAL
www.ulices.org

f18dQhb0S7ks8dDMPbW2n0x6l2B9gXrN7sKj6v4LXGsW4WJ21C4Xq_DxVcV_HY2zlZNzW3c_p0M1k1H6H0?si=6711408110600192&pi=16888b24-8cf1-4ef0-9c66-478dd966c7bc

Manual Trados, por Francisco Ferreira

No passado mês de janeiro tive a oportunidade de apresentar uma curta formação sobre o SDL Trados Studio. Por ser uma formação que me foi pedida a título particular acabou por ter um programa muito flexível – focámo-nos nas necessidades pessoais que havia em relação às funcionalidades do programa e a formação foi orientada pelas mesmas. Durante a formação apercebi-me de algo que não me ocorria desde o tempo em que me cruzei pela primeira vez com o programa nas salas de aula da FCSH: o SDL Trados Studio é um programa que sem ser complicado de utilizar é altamente complexo. Ou seja, considero que o programa é user-friendly mas, inevitavelmente, pelas múltiplas funcionalidades e pela natureza das mesmas, tem uma enorme curva de aprendizagem.

UntitledNo meu caso essa curva de aprendizagem foi devidamente ultrapassada, em grande parte, pelas várias horas que o programa do Mestrado de Tradução dedicava ao software e também pela experiência que entretanto adquiri enquanto tradutor. Mas durante uma formação de 6 horas o mesmo não se verifica. Sim, consigo falar das funcionalidades essenciais e sim, é possível abordar a criação dos vários tipos de projeto, a gestão de memórias e de glossários e outras opções que o Trados nos disponibiliza, mas será que tudo isto é absorvido do lado de quem está a receber esta formação?

Achei que não e considerei natural complementar esta formação com um manual onde explicasse passo a passo, com capturas de ecrã, as diferentes e principais funcionalidades do Trados.

E é este manual que quero partilhar hoje convosco. Para quem trabalhe diariamente com o Trados podem não encontrar novidades, mas talvez conheçam alguém que esteja pensar experimentar o programa ou que esteja a dar os primeiros passos no Trados e precise de consultar um manual até automatizar os vários passos para, por exemplo, criar um projeto – é para essas pessoas que este manual se dirige.

Claro que falta abordar muitos – tantos – aspetos do programa e este manual não ambiciona ser um manual extensivo do Trados, mas sim um guia introdutório para aquelas que considero serem as funcionalidades essenciais de uma das ferramentas TAC mais utilizadas no nosso trabalho.

Podem descarregá-lo aqui e fico à espera da vossa opinião sobre o manual e sobre o que devia (ou não) incluir nele. Espero que vos seja útil.

——————————————————–

Para saber mais sobre o autor, siga-o no Twitter ou no LinkedIn.

Por detrás da banda desenhada: tutoriais de edição por Andreia Ferreira

Banda desenhada (BD): sob a forma de quadradinhos ou outros, este género literário interliga texto e imagem. E os dois merecem a mesma atenção da parte do tradutor. Quem nunca leu uma edição em português do Tio Patilhas, do Asterix ou de super-heróis que nos acompanham desde a década de 1930, agora tão na berra?

Para edição e manipulação de imagem (sim, a limpeza dos balões e transformação da imagem pode ficar a nosso cargo), partilhamos tutoriais que apontam vantagens e desvantagens de algumas ferramentas gratuitas e úteis ao tradutor.

  1. Pizap

Este editor de fotos online permite alterar cores e adicionar elementos como texto e balões. No entanto, necessita de outros programas de tratamento de imagem para limpar previamente os balões.

1

Aqui e aqui pode aceder aos meus tutoriais para este programa.

2. Pixlr

Outro programa online oferece a possibilidade de tratar a imagem, desta vez apagando uns elementos e adicionando outros.

2.png

Aqui pode aceder aos meus tutoriais para este programa.

3. Gimp

Chamo-lhe “Photoshop for Dummies”. E é isso que é – uma versão simplificada de programas como o Photoshop ou o CorelDRAW. Ao pixlr adiciono duas vantagens: permite diferentes formatações na mesma caixa de texto e ainda colocar elementos da imagem em perspetiva. Depois de alguma luta na busca de um programa que servisse todos os requisitos da tradução que tinha em mãos (“Transmetropolitan” #60), tornou-se o meu favorito!

3

Aqui pode aceder aos meus tutoriais para este programa.

4. Comic Translation Tool v1.0

Embora concebido para a tradução de BD (como adivinharam?), este programa é o que oferece menos possibilidades de manobra sobre a edição do texto e alterações na imagem – opção indisponível. Aguardemos versões melhoradas!

4

Aqui pode aceder aos meus tutoriais para este programa.

Por Andreia Ferreira

Mestranda em Tradução na FCSH-UNL e com estudos em Arqueologia e Paleografia e Diplomática. O gosto por línguas estrangeiras e pela leitura trouxe-me à Tradução, com interesse particular na área das ciências e técnicas e na “literatura gráfica”, a BD assim designada por Rui Zink em 1999.