Ultimate Packing List for Freelancers Moving Abroad

So, this is a stressful time. That is perfectly fine. You can be stressed about moving abroad even if this was a very well planned decision and you are fulfilling one of your dreams. Specially if this was well planned: you have been thinking about this for a long time, and concentrated all your planning and anxiety management on one single day and that day is coming. It’s Ok. Tons of freelancers do it and you will do just fine. When you are nearing the date, remember why you are doing this, take time to have fun while preparing and surround yourself with comfies (yes, I just used a noun that is not in Oxford Dictionary. It’s ok. I’m having fun!).IMG_0745.JPG

I have one week to go and I’m sipping tea, packing, and writing this post. And look at the size of that cookie — this is one of my comfies for today!

 

I digress! Where is that Ultimate Packing List you say? (not being hyperbolic or anything… roll eyes…)

Of course, it all depends on how much you can take with you. I can take two big bags and one carry-on. Here is mine, go crazy with it:

First bag: Essential clothes – this is the stuff that if the world is ending I would have to take with me. Perhaps this is not so exaggerated as you will see by the list.

Up: 13 sweaters and shirts (from formal to casual), 4 basic t-shirts (black and white), (and start laughing by yourself – it is healthy when you realize that you will not be able to take half of what you wanted!)

Down: 3 pair of jeans (black and blue), 1 formal trouser, 2 dresses, 3 skirts, 1 trainer pants

Under: underwear (you know what you need! take as much as you can!!), socks, tights and leggings.

Accessories: 3 round collar scarfs, 2 écharpe, 1 basic jacket, 1 belt (roll it around the case)

On that bag, I still managed to pack one pair of havaianas, 1 lamp (for real!), chocolate (don’t look at me like that), 1 extension cord, 2 big jackets and hygiene products.

In spite of what every “ultimate” packing list says — note the irony of using apostrophes — you MUST take the clothes that you like the most and make you happy. You will need them! So pack that shirt that reminds you of friends or happy times or even take that mug that someone gave you.

Second bag:

On this one, the heaviest, I’m taking books (5), hair drier, iron, that travel mug that makes me happy, drugs, grandma picture, 1 purse, 1 pijama, makeup, notepads, utp cable, favorite tea and coffee, tea strainer, 2 pairs of boots, 2 pair of sneakers.

Carry-on:

Laptop, 2 phones, wireless mouse, tablet, chargers, clothes for the weekend, documentation that I’ll need for the uni, pens and pencils, flash drives, external disk, headset, hygiene kit, umbrella.

Good to go and I’m only traveling next weekend. Am I forgetting anything? Let me know!

****

On other news, I leave you with two very different views of moving abroad by freelancers.

For Barto Mesa – a Spanish translator currently living between Barcelona and Copenhagen – you only really need Internet. He is the lightest packer I know.

For Allison Wright – British translator currently living in Algarve – don’t forget your potato peeler! Here is what she shared:

  1. Don’t ever get rid of the one potato peeler you have had in your life which actually works. You will never find another one. The same goes for your potato masher. If you do not eat potatoes, you’ll be fine.
  2. Always allow in your budget for the cost of getting your paperwork in order. And transport costs to the various public offices you will have to visit.
  3. Learn as much of the language of your new environment as quickly as possible. Don’t let on if you can possibly help it that you speak English. Once people know that, they won’t speak to you in the language of the country.
  4. Watch TV, and practice your pronunciation by learning the adverts by heart. Watch the news.
  5. Keep in touch with your friends and family. They care about you.
  6. It takes longer than you think to settle down.

Thank you guys for the advice and come to visit me!

 

Como dar conta do e-mail

Hoje partilho convosco uma série de apps que vos podem ajudar a “domesticar” o vosso e-mail. Fico a aguardar as vossas dicas!

As que resultaram comigo:

  1. Unroll.me

Com esta app pode anular rapidamente as subscrições que recebe e que não lê. E, raios, nunca pensei que tivesse tantas.

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2. Sidekick

Com esta app pode fazer duas coisas muito úteis: receber confirmações de leitura (sim, mesmo para o Gmail!) e programar o envio dos e-mails para um dia e uma hora específicos. Ó pah! É mesmo isto!

3. Checker Plus

Esta extensão permite-lhe receber notificações dos e-mails recebidos no Gmail (de todas as suas contas) em forma de pop-up e com um clique rápido escolher entre eliminar e arquivar. Lindo!

E as que não resultaram:

  1. The Email Game

Esta app transforma o seu e-mail num jogo e tem um tempo limitado para escolher entre arquivar, eliminar ou responder a um e-mail. Tudo bem até chegar a um e-mail que, naturalmente, demorou-me uma meia hora a responder e não havia nada a fazer quanto a isso. Como o meu problema não é tomar a decisão, mas o trabalho que envolve e rodeia alguns e-mails, esta app não é definitivamente para mim.

2. Followupthen ou Boomerang

Esta e esta app são excelentes ideias de negócio e merecem a pena ter como extensões no nosso browser se não se importam de aumentar o número de e-mails na caixa de entrada… Pois, com estas apps pode definir quando determinados e-mails devem voltar para a caixa de entrada (a fazerem lembrar os lembretes). Como o meu problema é o número elevado de e-mails na caixa de entrada, ter e-mails que voltam (uma versão I’ll be back do Schwarzenegger adaptada ao e-mail) é um pesadelo!

4. Sanebox

Esta app com este nome muito bem pensado envolve algum trabalho a definir e é por isso que não serve para mim. Se não tenho tempo para ter o meu e-mail em dia, vou ter tempo para treinar uma app para depois ainda ter de tratar do e-mail? Mas deve ser excelente para priorizar as respostas…

2016 chegou mais rápido do que queria

Isso. 2016 chegou mais rápido do que queria.

Depois de tantos planos para 2015 e tão bem planeados, 2016 chegou, literalmente, e eu não dei por isso. Estava tão ocupada a viver que as badaladas chegaram e foram e eu na minha. Literalmente. Tal sacrilégio nunca acontecera. Quais 12 uvas em cima da mesa e o champanhe no frigorífico por abrir. O ano passou e eu noutra. O que isto me diz?

Quem queira ouvir sabe que sou uma grande advogada do planeamento, do controlo e de “postos de fronteira” estratégicos. Quantas vezes já não ouviram a vossa amiga — enquanto sentada a beber um copo de vinho na vossa sala — a confessar que um dia acordou e apercebeu-se de que tinha muitos arrependimentos na vida? Pois, isto aconteceu-me este ano e foi um acontecimento profundamente traumático.

— Como assim? Arrependimentos? Não estou a perceber —, imaginem-me de sobrolho franzido.

— Arrependimentos. Tu não tens arrependimentos? És nova. Vais ter.

“Ah, não”, pensei. “Não, não.” Não me apetece um dia acordar e aperceber-me que a vida que levo não é a vida para mim e já se terem passado 10 anos.

Em suma, e para quem não lhe apetece ler o artigo de fim de ano de 2015, a minha checklist ainda não mudou:

(1) objetivos claros e concretizáveis para o ano, com “postos de fronteira” regulares (podem ser mensais, quinzenais, semestrais, depende do objetivo) ao nível pessoal e profissional;

(2) praticar regularmente o “decluterring”, seja de objetivos, tarefas ou, mesmo, de camisolas e meias;

(3) “se é para fazer, que seja hoje”: isto de deixar para amanhã o que se pode fazer hoje normalmente resulta em não se fazer. Pois se é importante e está na lista que se faça, se afinal não apetece mesmo, ora que sai da lista, que se muda de objetivo ou que se ganhe paciência para os nossos próprios objetivos;

(4) todos os olhos postos no grande objetivo: normalmente, neste contexto, no plano de negócio. Há que não ter medo do objetivo, lidar com ele logo pela matina, enfrentá-lo de frente e arriscar tomar as grandes decisões que têm de ser tomadas. Acreditem no vosso plano, tenham mais confiança em vocês mesmos, porque, inevitavelmente, se o seguirem, o resto encaixa-se como peças de Lego. 66ff4ce3-0865-4ae9-9c39-980d8593e973.jpg

Ainda assim, 2015 ensinou-me a aceitar o que não posso mudar em mim e a aprender a viver com isso. Por outras palavras, não lutar contra mim e aproveitar. E que os planos (por muito bons e essenciais que sejam) não nos livram da vida, porque, de repente, um gato pode entrar e interromper o que estamos a fazer.

Portanto, talvez o melhor conselho que possa partilhar neste fim de semana de reflexão e listas de desejos é: sonhem e planeiem a sério para que quando a vida aconteça seja uma boa surpresa.

Termino com algumas sugestões para 2016:

DO FIRST IN THE MORNING

What pays bills: do and deliver projects; invoicing; answer important clients

DO LATER THIS WEEK/MONTH

Marketing efforts

DO LATER TODAY

What was your goal? (e.g. inbox zero) tackle the e-mail; delete e-mails;unsubscribe mailing lists

DON’T DO

Accept clients that don’t pay; Use Facebook, Twitter or Blogs on office hours (except for marketing); Read/Answer e-mails that can be solved with a phone call

Fico a aguardar as vossas.

O armazém do tradutor jurídico – Parte II

O armazém do tradutor jurídico – Parte II, por Rita Gonçalves

No mês de maio, abriu-se portas ao armazém do tradutor jurídico, tendo sido identificados alguns dos principais recursos a que o tradutor deste tipo de texto pode recorrer para realizar o seu trabalho. Ao leque apresentado podem ser acrescentados outros recursos igualmente importantes. Assim, antes de abrirmos uma segunda porta dentro do armazém, que pretende indicar o início do caminho para a formação do tradutor jurídico, são apresentadas duas sugestões de recursos.

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Em primeiro lugar, o Web site do Diário da República Eletrónico disponibiliza um Tradutor Jurídico com mais de 19 000 termos nas línguas inglesa, francesa, portuguesa, espanhola e alemã. Podem ser encontradas mais informações sobre esta fonte aqui. (Artigo explicativo por parte do autor — Dr. João Moniz — para breve.)

Em segundo lugar (nunca por último, porque a lista de recursos pode revelar-se quase infindável), considera-se o fator humano como auxiliar à tradução, isto é, o tradutor jurídico também pode solicitar a ajuda de advogados, juristas ou outros indivíduos com conhecimentos na área jurídica para esclarecer dúvidas quanto às suas traduções[1]. Este é, naturalmente, um recurso que se aplica a todas as áreas da tradução, mas ao qual nem sempre é possível aceder.

Regressando ao tópico central deste post, a formação para o tradutor jurídico pode não ser tão vasta quanto a diversidade de recursos a que o tradutor pode aceder. Ainda assim, vejamos algumas vias de formação para o tradutor jurídico.

Por um lado, o tradutor jurídico deve ter formação de base em tradução. Este é, certamente, um assunto polémico, motivo pelo qual não é extensamente abordado neste artigo. Contudo, de uma forma geral, os cursos superiores em Tradução incluem uma cadeira na qual se abordam as especificidades de tradução do tipo de texto em questão, o que é de extrema relevância para a sua prática. Além disso, também é possível encontrar webinars dirigidos a tradutores deste ramo. Sugere-se, neste sentido e a título de exemplo, as formações que o Tradulínguas, a Escola de Letras e a KTV têm para oferecer (consultar Ligações úteis).

Por outro lado, o tradutor deve procurar formação na área jurídica em concreto. Para o efeito, são também lançados esporadicamente alguns webinars sobre temas como o Direito da União Europeia ou o Direito das Sociedades. Estes temas em específico são, dificilmente, encontrados em webinars dirigidos exclusivamente a tradutores, mas podem ser encontrados de forma gratuita em Web sites como o Coursera, FutureLearn ou edX.

Em suma, a vertente da formação em tradução jurídica ainda não está extensamente desenvolvida, sendo por isso que este post abre, de forma modesta, a porta que apenas indica rumos possíveis. Contudo, no sentido de o tradutor jurídico conseguir executar o seu trabalho, espera-se que seja proativo na procura de formação adequada às suas necessidades profissionais. Muitas das fontes de cursos para tradutores permitem pedir a receção de newsletters de forma gratuita, o que se demonstra uma vantagem para os profissionais mais atarefados ou que evitam deambular periodicamente pelos Web sites em busca de novidades.

Espera-se que esta visita guiada ao armazém do tradutor jurídico tenha sido relevante, principalmente para os iniciantes na área. Mais uma vez, aguardamos a partilha das vossas sugestões nos comentários.

 Ligações úteis:

Tradutor Jurídico do Diário da República Eletrónico – https://dre.pt/6

Tradulínguas – http://www.tradulinguas.com/formacao/

Escola de Letras – http://escoladeletras.com/

Coursera – https://pt.coursera.org/

FutureLearn – https://www.futurelearn.com/

edX – https://www.edx.org/

Ktv – http://www.ktv-kennisnet.nl/nl/cursus/custom

 

[1] Agradecemos também à Vanessa Costa por nos ter deixado esta importante sugestão nos comentários do post anterior.

Ano novo, computador novo: como mudar de computador

Finalmente,  vou despedir-me do meu portátil antigo. Depois de muita pesquisa, muitos conselhos pedidos a amigos que entendem IMG_0543 (2)muito mais de computadores do que eu, lá me decidi e comprei um novo portátil. Mas os trabalhos não ficam por aqui, como bem sabemos. Agora, tenho de instalar e definir tudo no novo à semelhança do que tinha no antigo computador e o tempo nunca é lá muito abundante.

Caso o mesmo vos aconteça, ou para a minha pessoa futura, aqui ficam algumas dicas.

Importante: quanto mais tempo dedicar e mais fizer antes de começar a trabalhar no novo PC, mais simples será.

ESSENCIAIS

Microsoft Office

  1. Como encontrar a licença do MS Office: (i) pesquisar por “product key” + “office” no e-mail. (resultou apenas para o Outlook no meu caso); (ii) usar o KeyFinder para encontrar as restantes licenças (urray licenças encontradas!).
  2. Onde está o CD?: quando se perde o CD, a Microsoft dá uma mãozinha.
  3. Configurações importantes: tecla de atalho do en dash e do em dash.

Chrome

Não há muito a dizer quanto a isto, sem ser que não nos temos de preocupar com as palavras-passe guardadas no antigo computador porque vêem connosco para o novo. E não se esqueçam das extensions que, no meu caso, as principais são: Sidekick, ZenMate,  Checker Plus for Gmail, Buffer, Pocket e Evernote.

Adobe Acrobat XI Pro

Dropbox

Seja que cloud usem, quanto mais estiver na cloud mais móveis são (piada à parte de mobiliário!) e mais fácil é mudarem-se e manterem os ficheiros protegidos de computadores que, de repente, não desejam trabalhar.

CCleaner

7-Zip (open source)

CAT

Estes estão em permanência no meu computador. Há tantos outros que uso e posso usar, mas entram e saem de acordo com o pedido.

SDL Trados

  1. Download do SDL Trados Studio e do SDL Multiterm.
  2. Devolver a licença no PC antigo, abrir o SDL Trados e Help > Product Activation > Deactivate.
  3. Instalar as apps do Open Exchange.
  4. Mais instruções no blogue da Emma Goldsmith.

MemoQ

  1. Download do programa.
  2. Devolver a licença no PC antigo.
  3. Lembrar que se pode instalar, pelo menos, 2 versões em computadores diferentes alterando para isso apenas a terminação do n.º de série (p. ex. 001 e 002).

Translation Workspace

  1. Download do programa. Não esquecer o plug-in e Editor.
  2. Não é preciso devolver a licença do computador antigo.

QA

Idem aspas aspas. Decidi não instalar o XBench porque tenho o Verifika e o QA Distiller que são, no meu caso, muito mais pedidos. Obviamente que isto tem muito a ver com os meus clientes. A cada um o seu.

LTB

  1. Download do programa.
  2. Ao instalar, não se esqueça da Server Address (translate.translationworkspace.com).
  3. Não é preciso devolver a licença do computador antigo.

Verifika

  1. Download do programa.
  2. Lembrem-se que, neste caso, não é preciso devolver a licença. Ufa!
  3. E se crachar, o problema é provavelmente do Net Framework.

QA Distiller

  1. Download do programa.

Y-Snell

FLIP

  1. Download do programa.
  2. Devolver a licença no PC antigo em Configuração do FLIP.
  3. Instalar o programa e não esquecer que a Priberam pede sempre o número de série de 2 licenças: a original e a da atualização.

BD

Porque de vez em quando preciso de mexer em balões e com o ano novo nunca se sabe se vai cair alguma tira diária. :)

  1. GIMP

CONHECIMENTO

Porque sou nerd, e quanto a isso, batatas.

  1. Mindjet
  2. Mendeley Desktop
  3. Translog II
  4. dtSearch
  5. BB Flashback

 

 

30ETC… Estudos de Tradução à Conversa | Prof. Doutora Rita Queiroz de Barros | 17 Dez 2015, 18:30

O Grupo de Investigação em Estudos de Tradução e Recepção do Centro de Estudos Anglísticos da Universidade de Lisboa – CEAUL convida para o 30ETC … Estudos de Tradução à Conversa, que se realizará já na na próxima quinta-feira, dia 17 de Dezembro, na Sala D. Pedro V, da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, entre as 18h30 e as 20h00. Para esta conversa convidámos a Prof. Doutora Rita Queiroz de Barros, FLUL e CEAUL/ULICES, que nos falará sobre Variação linguística e(m) tradução.

Venha conversar connosco!

Os ETC… são uma iniciativa que visa promover a oportunidade de discutir, pelo menos uma vez por semestre, um tema relevante para a disciplina de Estudos de Tradução e Interpretação. Para isso, conta com a participação de diversos investigadores, académicos e profissionais da tradução, que são convidados a fazer uma apresentação breve (20-30 minutos) sobre um tema à sua escolha, seguindo-se uma troca de impressões aberta a todos os presentes (45-60 minutos).

A entrada é livre.

Para mais informações, consulte: http://www.etc.ulices.org/etcaetera/etc….html
e http://pt-pt.facebook.com/estudosdetraducaoaconversa.

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The University of Lisbon Centre for English Studies – ULICES Research Group on Reception and Translation Studies invites you to attend the 30ETC… Talks on Translation Studies, which will take place on Thursday, December 17, in Room D. Pedro V, School of Arts and Humanities, University of Lisbon, from 7:30 pm till 8:00 pm. Our invited speaker is Dr. Rita Queiroz de Barros, FLUL and CEAUL/ULICES, who will talk about Linguistic variation and/in Translation.

Come and join our talk!

The ETC… Talks on Translation Studies is an initiative that promotes talks on a range of relevant topics for Translation and Interpreting Studies. These talks are scheduled at least once per semester and count on the participation of various translation researchers, scholars and professionals, who are invited to make a brief presentation (20 to 30 min.), which is followed by an open discussion (45 to 60 min.).

Free admission.

For further information, check : http://www.etc.ulices.org/etcaetera/etc….html
and http://pt-pt.facebook.com/estudosdetraducaoaconversa

​Fonte: CEAUL​

CETRA Summer school 2016: call for participants

CETRA Summer School 2016

28th Research Summer School

University of Leuven, campus Antwerp, Belgium

22 Aug – 2 Sep 2016

CETRA Chair Professor:

Jeremy Munday

University of Leeds (UK)

In 1989 José Lambert created a special research program in Translation Studies at the University of Leuven in order to promote research training in the study of translational phenomena and to stimulate high-level research into the cultural functions of translation. Since then, this unique program has attracted talented PhD students, postdocs and young scholars who spend two weeks of research under the supervision of a team of prominent scholars, and under the supervision of the Chair Professor, an annually appointed expert in the field of Translation Studies. From 1989 on, the program has hosted participants from Austria to Australia, from Brazil to Burundi, and from China to the Czech Republic. As an illustration of the multi-campus model of CETRA, the 2015 edition of the Summer School will be organized at the Antwerp campus of the KU Leuven, in the city center of Antwerp.

The list of CETRA professors may serve as an illustration of the program’s openness to the different currents in the international world of Translation Studies: Gideon Toury (Tel Aviv, 1989), †Hans Vermeer (Heidelberg, 1990), Susan Bassnett (Warwick, 1991), Albrecht Neubert (Leipzig, 1992), Daniel Gile (Paris, 1993), Mary Snell-Hornby (Vienna, 1994), †André Lefevere (Austin, 1995), Anthony Pym (Tarragona, 1996), Yves Gambier (Turku, 1997), Lawrence Venuti (Philadelphia, 1998), Andrew Chesterman (Helsinki, 1999), Christiane Nord (Magdeburg, 2000), Mona Baker (Manchester, 2001), Maria Tymoczko (Amherst, Massachusetts, 2002), Ian Mason (Edinburgh, 2003), Michael Cronin (Dublin, 2004), †Daniel Simeoni (Toronto, 2005), Harish Trivedi (Delhi, 2006), †Miriam Shlesinger (Tel Aviv, 2007), Kirsten Malmkjaer (London, 2008), †Martha Cheung (Hong Kong, 2009), Sherry Simon (Montreal, 2010), Christina Schaeffner (Aston, 2011), Franz Pöchhacker (Vienna, 2012), Michaela Wolf (Graz, 2013), Arnt Lykke Jakobsen (Copenhagen, 2014), Judy Wakabayashi (Kent, USA, 2015).

Basic activities and components of the Summer Session:

– Public Lectures by the CETRA Professor on key topics. A preliminary reading list will be furnished and all topics are to be further developed in discussions.

– Theoretical-methodological seminars given by the CETRA staff. Basic reading materials will be made available in advance.

– Tutorials: individual discussions of participants’ research with the CETRA Professor and the CETRA staff.

– Students’ papers: presentation of participants’ individual research projects followed by open discussion.

– Publication: each participant is invited to submit an article based on the presentation, to be refereed and published on the CETRA Digital Shelf.

For further information:

– Please contact Steven Dewallens: cetra

– Or visit our website: http://www.arts.kuleuven.be/cetra

– Application procedure: http://www.arts.kuleuven.be/cetra/application