Aniquilar sabotadores, por Rita Menezes

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Ser freelancer é, muitas vezes, uma opção de vida; mas esta é uma opção que tem tanto de gratificante como de exigente. Não basta ser exímio na gestão de fluxos de trabalho – efeito “empty inbox” vs. efeito “full inbox”; o freelancer, não raras vezes, vive momentos em que coloca tudo em causa – principalmente ele próprio. Lidar com estas situações implica aprender a tirar partido das contrariedades para saborear os momentos brilhantes.

Indecisões. Haverá algum freelancer que não as tem/teve? Representam evolução, quando delas partem decisões construtivas para o percurso profissional. Dúvidas. Das suas competências, das suas escolhas? Qualquer empreendedor as sente. Perceções. A imagem transmitida é a mais correta, é a que fará conquistar a confiança de alguém?

Fórmulas mágicas não exigem. As respostas adequam-se e as soluções encontram-se. Depois de se identificar os momentos de sabotagem (ou seja, o freelancer a sabotar-se a si próprio) e de gerir o stress causado por esses momentos, é necessária a tranquilidade para progredir e evoluir, com sete princípios orientadores:

Estabelecer objetivos
Sejam a curto prazo (concretizáveis num futuro próximo, definindo um de cada vez, para que o foco nesse objectivo seja maior), a médio prazo (ainda que a sua definição dentro de um determinado limite temporal seja mais ambígua, são considerados as pedras basilares dos objetivos a longo prazo) ou a longo prazo (a visão da carreira, que poderá ou não ser variável ao longo do tempo, mas que deverá definir o que é mais adequado num determinado momento).

Manter uma atitude positiva
É possível mudar de cenário (visto que uma perspectiva diferente pode permitir encarar e interpretar algo de outra forma), recordar a razão pela qual se escolheu ser freelancer (uma excelente forma de manter a motivação e a felicidade), visualizar objetivos (e encarar determinada tarefa como um meio para atingir um fim) ou procurar focar-se naquilo que é mais agradável (com equilíbrio e variedade).

Desenvolver competências
Construir permanentemente o currículo; frequentar formação/workshops não só acrescenta valor, mas também melhora a qualidade do trabalho. A confiança nas competências permite ganhar ou aumentar a confiança para obter e apresentar melhores resultados.

Não fazer comparações com os outros
Não confundir com benchmarking (um processo de pesquisa das melhores práticas). As comparações poderão ser pouco realistas ou injustas. Reconhecer e identificar o trabalho da concorrência é algo proveitoso; a preocupação com aquilo que a concorrência faz será uma perda de tempo e um foco de ansiedade.

Reconhecer o seu percurso individual
Há dias bons e há dias menos bons; é impossível agradar a todos; e raramente se consegue atingir a perfeição. Mas mostrar gratidão por todas as vitórias pessoais, pelas experiências positivas e pelas oportunidades aproveitadas é fundamental.

Tomar decisões de forma atempada
Dezenas de decisões são tomadas diariamente, todas com consequências. Mas a tomada de decisões é, algumas vezes, protelada porque se ouvem demasiadas opiniões ou porque falta coragem para as tomar. Decidir permite seguir em frente.

Aceitar que se erra
Por muito talento que se tenha, muitas vezes cometem-se erros; alguns são fáceis de corrigir, outros nem por isso. O erro faz parte do percurso do empreendedor e um dos segredos do sucesso é assumir a sua responsabilidade e aprender com esse erro.

Interiorizar estas noções leva o seu tempo e poderá ser importante a partilha de ideias e soluções para encontrar respostas fora da esfera individual. Mas o caminho a percorrer implica também melhorar a eficácia e a produtividade, aprender a superar desafios e encontrar o equilíbrio vida pessoal-vida profissional.

Se a atitude positiva relativamente à vida e à profissão pode ser claramente benéfica para o freelancer, conhecer os seus limites e estar disposto a quebrar as suas próprias barreiras são igualmente passos rumo à excelência. Com confiança.

A Rita Menezes é tradutora e revisora desde 2002, com licenciatura e pós-graduação em Tradução e mestranda em Marketing Relacional. É membro do grupo de investigação TransMedia Portugal e docente e formadora.

O que está a acontecer em tradução?

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Neste momento, como em tantos outros, estou soterrada de trabalho entre traduções, lançamentos de notas, preparações de novas cadeiras e a tese (ai!). É nestas alturas que vejo a minha agenda mais confusa e parece-me que estou a deixar escapar alguma coisa. Como não sou egoísta (hihi! mas sou mazinha) aqui fica o meu plano para conferências e eventos em tradução.

Eu estou de olho nos eventos abaixo e vocês?

25 a 27 de março, 2015: Challenges for University Programmes and Language Services Providers, Universidade do Porto (Portugal)

26 a 28 de março, 2015: 36th APEAA, Utad (Portugal)

11 de abril, 2015: Conferência regional da Proz.com, Porto (Portugal)

14 e 15 de maio, 2015: International Conference: Digital Literary Studies, Universidade de Coimbra (Portugal)

21 e 22 de maio, 2015: The 6th International Maastricht-Łódź Duo Colloquium, Maastricht (Países Baixos)

8 a 10 de julho, 2015: European Symposium on Language for Special Purposes (LSP), Viena (Áustria)

12 a 15 de julho, 2015: ProComm 2015, Limerick (Irlanda)

8 e 9 de setembro, 2015: Congresso de Humanidades Digitais em Portugal: construir pontes e quebrar barreiras na era digital, FCSH (Portugal)

22 e 23 de outubro, 2015: “Translation & Revolution – 9th International Colloquium on Translation Studies in Portugal”, Católica (Portugal)

15 a 17 de setembro, 2016: 8th EST Congress “Translation Studies: Moving Boundaries”, Aarhus (Dinamarca)

(Auto-)Gestão em tradução

Pegando na primeira frase do artigo da Rita Menezes da semana passada — lembro-vos que a Rita nos falou sobre a análise SWOT — ser tradutor é mais do que apenas traduzir. Esta, de facto, é uma das grandes dificuldades com que os tradutores novatos (e não só!) se debatem. Muito bem! Sabemos traduzir (com maior ou menor competência), mas como gerir tudo o resto?

Cá entre nós esta foi a principal razão pela qual criei este blog há (muitos) anos. Não vamos contar os anos, pode ser? Acabara a licenciatura e tinha ingressado numa pós-graduação de especialização em tradução. A informação era tanta que me sentia perdida e não sabia para onde me virar, nem como conjugar tudo o que tinha para fazer e aprender. Esta sensação quase que não desaparece ao longo dos anos. Há sempre muito para aprendermos, pouco tempo para o fazer e tanto para gerir. Este é e continua a ser um dos meus grandes desafios.

O que fazer, então? Ficam aqui algumas pequenas dicas para organizarem o vosso dia-a-dia quer estejam a começar, em fase de “skyrocket” ou de “manutenção”.

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1. De manhã, enquanto estou a beber o meu primeiro café (encharcado em leite de soja!), eu olho para a agenda e planeio o meu dia. Este passo é fundamental e é um procedimento normal entre os empresários altamente produtivos. Não acreditam? Googlem!

2. Uma das tarefas essenciais que está sempre na minha lista é responder a todos os e-mails prioritários e gerir a faturação. Porquê? Primeiro, porque se não mantenho o meu e-mail sob controlo, no espaço de uma semana a lista de e-mails que tenho para responder chega rapidamente à centena e torna-se incontrolável. Segundo, porque um dos meus pontos fracos é manter a faturação em dia. Portanto, o que podem tirar disto? Adicionem sempre à vossa lista de coisas a fazer aquilo com que se debatem mais. A solução para tudo na vida é encarar as nossas dificuldades de frente!

3. No final do mês, sem falta, olho para a agenda do mês anterior e tento perceber o que correu bem e o que correu mal. É simples e posso fazer isto ao fim de semana numa esplanada.

4. De seguida, olho para o mês seguinte, estabeleço metas e checkpoints e tento implementar medidas para contornar o que correu mal. Pode ser algo tão simples como sair mais vezes com as amigas ou pegar de novo naquele livro ou marcar na agenda tempo precioso para escrever a tese. Lembrem-se que muito provavelmente já fazem isto mas apenas no final do ano. Eu percebi que — pelo menos para mim — pensar nos meus objetivos para um ano inteiro é muito menos realista do que pensar nos objetivos mês a mês. Assim, não tenho a desculpa de que ainda tenho muito tempo até ao final do ano para fazer não sei o quê. Sabemos muito bem que esse dia nunca chega. Não, se é para fazer que se faça. (Isto faz-me lembrar uma música dos Deolinda!)

5. Versatilidade é a palavra chave. Este ponto é um dos mais importantes para mim. Se por alguma razão eu não consigo fazer uma, duas ou todas as tarefas a que me propus não é e não pode ser motivo para deixar de planear ou para não acrescentar as mesmas tarefas ao dia seguinte. Também não quer dizer que seja desorganizada. Se um cliente ligou e precisa de uma tradução urgente e tenho de parar o que estava a fazer, a minha lista de tarefas fica para trás. Não faz mal! Esta profissão exige adaptabilidade. Há que aceitar isso com calma.

Quais são os vossos truques para se organizarem? Partilhem as vossas checklists!

Por fim, lembro-vos que a formação em gestão de projetos de Marco Neves começa a 14 de março na FCSH e é um curso livre.

SWOT e a estratégia do freelancer, por Rita Menezes

10934730_10202183020936141_103222208_nSer freelancer é mais do que desempenhar uma atividade profissional para a qual se estudou, para a qual se tem vocação. Parte do trabalho do freelancer envolve gestão empresarial e financeira, marketing e relações públicas. O profissional que planeia para conseguir estabelecer e afirmar a sua posição no mercado, que percebe quais os fatores que influenciam o seu negócio e que consegue definir a sua estratégia de marketing está na rota do sucesso.

Estratégia? Existe uma ferramenta simples que a torna possível: a SWOT. Esta é utilizada para fazer análise de cenário (ou análise de ambiente) e serve como base para a estratégia de uma empresa — ou de um freelancer! Devido à sua simplicidade, presta-se a qualquer tipo de análise de cenário, seja ela pessoal ou profissional.

Graficamente, a SWOT é apresentada com quatro quadrantes: forças (strengths), fraquezas (weaknesses), oportunidades (opportunities) e ameaças (threats).

Como se faz a SWOT? Encontrando respostas para questões pertinentes, incisivas.

Nas Forças procura-se responder a questões como “O que é que faço bem?” ou “Quais são os meus recursos únicos?”; pensa-se como as forças poderão promover ou desenvolver a oferta de serviços. No quadrante das Fraquezas, é preciso saber “O que posso melhorar?” ou “Onde tenho escassez de recursos?”; este processo vai conduzir a estratégias que eliminem estes prontos fracos.

Estes dois quadrantes, Forças e Fraquezas, são basilares e dizem respeito ao ambiente interno. A análise do ambiente externo, através das Oportunidades e das Ameaças, é também essencial para compreender o mercado onde se atua.

Quando se pensa em Oportunidades, responde-se a “De que posso eu tirar partido?” ou “Como transformo as minhas forças em oportunidades?”; a partir daqui delineiam-se estratégias que tiram partido destas oportunidades. Por fim, no último quadrante, lida-se com as Ameaças, “Que tendências podem ser prejudiciais para mim?” ou “A que ameaças me expõem as minhas Fraquezas?”; perante isto, procuram-se as estratégias que poderão eliminar estas dificuldades.

A análise SWOT permite, então, identificar os objetivos e delinear a estratégia. Os objetivos envolvem tanto os quantitativos (por ex.: aumento da rentabilidade; crescimento do volume de prestação de serviços) como os qualitativos (por ex., notoriedade; visibilidade; satisfação de clientes; fidelização de clientes).

Depois de fazer a sua análise SWOT, o freelancer define objetivos de melhoria relativamente aos aspetos que considerou prioritários e aos que têm um desempenho menos positivo; estabelece planos de ação para tirar o máximo partido das oportunidades; e determina o que será importante para colmatar os efeitos das potenciais ameaças. Tudo isto constituirá a base da sua estratégia.

A Rita Menezes é tradutora e revisora desde 2002, com licenciatura e pós-graduação em Tradução e mestranda em Marketing Relacional. É membro do grupo de investigação TransMedia Portugal e docente e formadora.

SDL Trados Studio in Lisbon – January 22, 2015 – possibilities, experience and expectations

SDL Trados Studio in Lisbon – January 22, 2015 – possibilities, experience and expectations

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SDL TRADOS – PAST EXPERIENCES,

PRESENT POSSIBILITIES AND FUTURE EXPECTATIONS

Thursday 22 January 2015, Auditório 2, piso 3, Torre B, FCSH

The Faculty of Social and Human Sciences of the New University of Lisbon is pleased to invite you to a day of talks on SDL Trados, with special guest speaker Paul Filkin, Director of Client Communities for SDL Language Solutions.

Event schedule (subject to updates)

10:00 Welcome

10:15 – 11:30SDL Open Exchange” with Paul Filkin

11:30 – 13:00Voice Recognition (Portuguese and English) and CAT Tools for translation and PEMT” with David Hardisty, Isabel Rocha and Joana Bernardo. This session will show how to use voice recognition to post-edit machine translation, how voice recognition is available in Portuguese, and how it can be used to cope with physical disability (such as cerebral palsy).

LUNCH !!!

14:00 – 15:40SDL Trados Clinic” with Paul Filkin. In this session Paul will invite the audience to raise common issues they have with Trados, and cover other common issues and solutions.

16:00 – 17:00SDL Trados and Interoperability with other CAT Tools” with Kevin Lossner. This session will present various ways to use SDL Trados to work successfully with those who have other translation environment tools such as memoQ, OmegaT, etc.

Presenters

Paul Filkin has worked for SDL Language Solutions since 2006. His main focus is evangelizing and helping users of SDL technology get the most out of their investment and is often found on social media providing advice wherever needed. His blog “Multifarious” describes some of the practical challenges for translators and translation companies and how to resolve these with SDL technology in the mix.

Kevin Lossner has a healthy skepticism of translation technologies where it is not clear if they serve their users or the other way around. His blog “Translation Tribulations” discusses SDL Trados Studio, memoQ and more and is the ultimate authority on chocolate chip cookies in Évora, Portugal.

David Hardisty has taught Translation Tools at FCSH/UNL to undergraduate and postgraduate students since the inception of the Translation Programmes at FCSH. He has also worked with Technology in the teaching of ELT and in the last 25 years has co-authored five books published by Oxford University Press.

Isabel Rocha is a Spanish to Portuguese translator with thirty years of experience. She has completed the curriculum component of the Masters in Translation at Lisbon University and preparing to write her thesis.

Joana Bernardo is a Masters Student at FCSH/UNL. She has also studied Languages, Literatures and Cultures at the same university. She became interested in Translation after a summer internship at a subtitling company.

All professionals and students with an interest in modern translation technologies and working methods are welcome to attend this free event. For more information, please contact: David Hardisty [david1610.dh (at) gmail.com] – or just surprise us with your smiling face at the door.

Where the heck is this?

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Click this graphic to see the location using Google Maps!

http://t.signauxun.com/img.gif?ukey=agxzfnNpZ25hbHNjcnhyGAsSC1VzZXJQcm9maWxlGICAgMPX__ULDA&key=7e4bb94134644993aec62325cc6988bc

Decisões de Ano Novo

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Parece que toda a gente está a tomar decisões de Ano Novo. É inevitável nesta época. Na própria passagem de ano uma amiga perguntou-me quais tinham sido as minhas e eu — surpreendentemente — disse que este ano não tinha feito a minha listinha. Mas, se pensar bem, menti. (Desculpa, Diana.) Eu tenho a minha lista mental, tal como a maior parte de nós também a tem, só que não a colocamos em papel, na agenda ou em mapas mentais. Grande erro!

Inspirada pelo post de hoje da Valeria Aliperta, pelo Boot Camp de janeiro da Marta Stelmaszak (Ufa! Que nome complicado de se escrever!), pelo artigo de Oliver Burkeman no theguardian e vá! por algumas ideias minhas, aqui fica um resumo das decisões a tomar para 2015.

01. Se é para fazer, que se comece hoje — Esta é minha! Quem trabalha ou “vive” perto de mim sabe que eu defendo e pratico esta máxima. Se queremos alguma coisa, temos de o fazer. Quantas pessoas conhecem que querem viajar ou deixar de fumar e levam anos para o fazer? Ah!, dizem vocês, mas não é assim tão simples! É preciso dinheiro, muita força, vários dias de sol seguidos, um unicórnio vestido de cor-de-rosa e coisas que tais. Mas a verdade é que se realmente quisermos algo, podemos começar a lutar por isso hoje e trabalhar para tal todos os dias. O mesmo acontece com a nossa profissão. Quer seja investir na formação ou no marketing, se é para fazer que se faça hoje e amanhã e depois até 2016. Para mim o grande investimento em 2015 vai ser na escrita (quer seja na tese, em artigos ou no blogue).

02. Desista de uma coisa — Sim, é o que Burkeman nos diz para fazer. Em vez de adicionarmos mais uma coisa a fazer à nossa lista imensa de coisas a fazer, há que desistir de fazer algo. Segundo Burkeman, e segundo esta patranha mundial de só termos 24 horas por dia, não podemos fazer tudo (já para não falar de fazermos as coisas bem). Mais vale aceitar que nunca seremos bons cozinheiros e desistir. O que é o mesmo que dizer bons fotógrafos (esta é para mim!). Este conselho está em linha com o princípio de gestão 80/20 (para mais, ler o Gestor 80/20 de Richard Koch). Eu já decidi do que vou desistir e não foi de dormir menos horas.

03. Todos os olhos postos no plano de negócio — Trate do seu negócio como trata da sua vida pessoal. Depois de colocar na lista as grandes decisões de ordem pessoal (como investir na saúde física, mental e emocional, quer seja através de uma inscrição num ginásio ou de planear aquelas férias de sonho), concentre-se na sua carreira. A Valerie Aliperta lembra-nos, através da própria lista de decisões de 2014 e 2015 dela, que o segredo do sucesso dela passa por networking, organização e uma clara estratégia de negócio, incluindo encontrar novos clientes diretos. A Marta Stelmaszak (desta vez fiz copy paste!!) sublinha a necessidade fulcral de encontrar o que nos distingue como profissionais de modo a delinear a estratégia de negócio. Quanto a mim? Eu recomendo sempre investir em formação, networking, organização (nunca é demais) e muito trabalho árduo. Vamos a isso?

Quais são as vossas decisões para 2015?